APC 2 – Módulo de Coagulação por Plasma de Argônio

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Descrição

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A Coagulação por Plasma de Argônio (APC) é um procedimento eletrocirúrgico no qual a corrente de alta frequência é transferida para o tecido alvo, desde a ponta de uma sonda – ou aplicador – através do gás argônio ionizado. O procedimento gera uma hemostase eficiente, com coagulação superficial homogênea e profundidade de penetração limitada. Já que a corrente eletrocirúrgica é transferida ao tecido sem contato (o instrumento não entra em contato direto com o tecido), quase não ocorre aderência nas pontas do instrumento. A aplicação pode ser feita de modo axial, lateral ou circunferencial, conforme indicação.

O sistema consiste de uma unidade APC 2, controlada por uma unidade eletrocirúrgica VIO, e um instrumento APC (Sonda FiAPC ou Aplicador). No sistema ERBE, o módulo de argônio e o gerador foram projetados para funcionarem juntos, em perfeita harmonia, sendo o comando e a interação feitos através do display frontal da unidade eletrocirúrgica da linha VIO (200 ou 300).
São até três modos de argônio disponíveis, dependendo da configuração de equipamentos, para atender todas as demandas: – FORCED APC; – PULSED APC (Lento e Rápido); – PRECISE APC.
Uma ampla variedade de sondas e aplicadores está disponível para procedimentos de APC em endoscopias, broncoscopias e cirurgias. Estes instrumentos foram desenvolvidos para atender as necessidades das diferentes aplicações e localizações anatômicas.

Vantagens da técnica APC: – Procedimento sem contato com o tecido e sem aderência das pontas do instrumento; – Coagulação eficiente e homogênea da superfície para hemostase e desvitalização uniformes; – Melhor dosagem e, consequentemente, maior segurança na aplicação; – Baixo risco de perfuração; – Carbonização e formação de fumaça mínimas; bem como uma mínima poluição olfatória; – Procedimento com poucas complicações e seguro.

Indicações mais comuns na Gastroenterologia: – Sangramentos crônicos, como GAVE, radioproctites e angiodisplasias; – Desvitalização de tumores; – Coagulação de sangramentos difusos e agudos em todo o trato gastrointestinal e bronquial; – Corte de stents.

Indicações mais comuns na cirurgia: – Coagulação de sangramentos em cirurgias mamárias; – Coagulação da base da ressecção em nefrectromias parciais; – Abertura da cápsula hepática com corte feito através de incisão assistida por argônio.